Valores e Virtudes - Ensino Religioso



Ensino Religioso
Valores e Virtudes
O ser humano é dotado de Valores e Virtudes.
As quais são Atitudes, ações, características de cada indivíduo. O que difere um do outro é que as Virtudes são ações positivas, boas, que demonstram qualidade no ser humano, torna os indivíduos mais elevados, íntegros, humanitários. Quanto aos Valores são características de cada ser, podendo ser boas ou más. Portanto, todas as virtudes são valores, mas nem todos os valores são virtudes.
Vejamos algumas dessas virtudes:
§ Autoconfiança – virtude que pode ser conquistada mediante o desenvolvimento de recursos e habilidades que proporcionam competência, segurança e tranquilidade no decurso da vida. A pessoa autoconfiante é prudente, equilibrada, cautelosa e possui imensa fé em si mesma.
§ Benevolência - qualidade do indivíduo que pratica o bem, a generosidade, gentileza e simpatia.
§ Contentamento – virtude que promove alegria e bem-estar. Proporciona o poder de enfrentar adversidades com serenidade e jovialidade.
§ Coragem – habilidade para enfrentar os perigos no decorrer da vida. Inspira o indivíduo a agir com perseverança e determinação.
§ Desapego – virtude que capacita o indivíduo a ver os fatos com imparcialidade. A pessoa que consegue desapegar-se de suas próprias ideias e opiniões, livre de preconceitos, é capaz de agir com justiça.
§ Despreocupação - ser despreocupado denota serenidade, confiança, paz. Significa viver com intensidade e prazer, permitindo ao amanhã cuidar de seus próprios interesses. Despreocupado não quer dizer descuido e imprudência. Muito pelo contrário, pois esta virtude inspira o indivíduo a tornar-se responsável e cuidadoso com o que lhe compete.
§ Determinação - Firmeza e perseverança são duas aliadas desta virtude. Ela permite ao indivíduo progredir, a ter sucesso em todos os seus empreendimentos. Capacita o ser humano a concluir sempre todas as tarefas a que se programou. É uma virtude necessária para assimilar as demais virtudes e para livrar-se de todas as negatividades.
§ Disciplina – É ordem, organização, aceitação de preceitos e normas. Para assimilar e manter esta virtude, o indivíduo precisa corrigir, moldar e aperfeiçoar seu caráter. Para obtê-la é imprescindível a utilização de outras virtudes como, paciência, tolerância e perseverança.
§ Docilidade – A vida torna-se mais encantadora quando as pessoas agem com docilidade, bom humor e gentileza.
§ Empatia – capacidade de se identificar com outra pessoa e compreendê-la emocionalmente. De colocar-se no lugar do outro, em sua própria pele. De compreender seus problemas. De aconselhar com acerto e coerência.
§ Entusiasmo – é a chama que provoca ação. É vida em movimento. É motivação. É o fogo interior que proporciona prazer e vitalidade para executar os planos traçados.
§ Estabilidade – significa coerência, responsabilidade, constância. Esta virtude não admite rigidez, mas requer flexibilidade e adaptabilidade.
§ Flexibilidade – virtude que permite adaptação constante às pessoas e circunstâncias. Promove harmonia nos relacionamentos.
§ Generosidade – significa desprendimento, liberalidade, altruísmo. A pessoa dotada desta virtude aprecia verdadeiramente os outros, e presta a ajuda necessária sem esperar nada em troca. Ela promove o fortalecimento das relações e a paz no contexto social.
§ Honestidade – suscita a necessária confiança entre as pessoas. Em todos os atos da vida esta qualidade deve estar presente.
§ Humildade – significa modéstia, compostura, ausência de vaidade.
§ Introspecção – é a pedra fundamental de todas as virtudes. Graças a ela, o ser humano torna-se capaz de avaliar e transformar sua personalidade. Mergulhar no interior de si mesmo é uma condição necessária para o auto-aperfeiçoamento. Harmoniza todo o ser.
§ Jovialidade – O dom de ser alegre, bem-humorado, de rir e fazer rir, é uma qualidade indispensável para a existência da harmonia nos relacionamentos. Proporciona bem-estar e leveza de espírito. Irradia simpatia, conquista a amizade, desenvolve o ânimo.
§ Longanimidade – significa complacência, indulgência, benignidade, tolerância. Desenvolve uma disposição natural de ânimo para suportar, com serenidade e resignação, insultos, vexames, ofensas e contrariedades.
§ Maturidade – habilidade de agir com coerência e acerto em todas as circunstâncias. Ela proporciona o desenvolvimento fenomenal de outra virtude, a sabedoria.
§ Misericórdia – Confere às pessoas o dom de perdoar as faltas dos outros, de compreender suas fraquezas, pois carrega em si a tolerância e a compaixão.
§ Paciência – significa ser calmo, sereno e equilibrado. Denota controle sobre desejos e emoções.
Possibilita pensamentos e julgamentos imparciais e objetivos.
§ Precisão – proporciona clareza e perfeita definição. Graças ao autocontrole, paciência, serenidade,
conhecimento de causa, este dom pode prosperar, trazendo benefícios incalculáveis ao progresso
e bem-estar.
§ Pureza – Presença de uma mente sã, plena de amor e justiça, isenta de máculas, livre de preconceitos e superstições.
§ Sabedoria – Confere o poder de controlar impulsos e reações, ter uma visão de águia, reconhecer a verdadeira intuição, ser previdente. Pode-se observar o perfeito equilíbrio de todos os poderes e talentos quando a sabedoria está presente

DISSERTAÇÃO



DISSERTAÇÃO
Além de ser o tipo de texto mais exigido em provas e concursos em todo o Brasil, a dissertação também é um dos textos mais simples de se redigir. Começando pela estrutura dele e finalizando pelo tipo de linguagem empregado, é um texto que pode ser estudado e familiarizado com estudantes de diversos níveis. Para se produzir um texto dissertativo são necessárias algumas habilidades, que estão ao alcance de todos a serem adquiridas:
  • Conhecimento do assunto a ser abordado, a fim de aplicar precisão e certeza àquilo que está sendo escrito.
  • Habilidade com a língua escrita, de maneira que se possa fazer boas construções sintáticas, uso de palavras adequadas e relações coerentes entre os fatos, argumentos e provas.
  • Boa organização semântica do texto, ou seja, organização coerente das idéias aplicadas à dissertação, para que as mesmas possam facilmente ser apreendidas pelos leitores.
  • Bom embasamento das ideias sugeridas, boa fundamentação dos argumentos e provas.
Para se entender o que é uma redação dissertativa, devemos distinguir os dois tipos de dissertação existentes: a dissertação expositiva e a dissertação argumentativa.
  • Dissertação expositiva – como o próprio nome já sugere, é um tipo de texto em que se expõem as ideias ou pontos de vista. O objetivo é fazer com que o leitor os considere coerentes e não fazê-lo concordar com eles.
  • Dissertação argumentativa – esse é o tipo de dissertação mais comum e conhecida por todos. Nela o intuito é convencer o leitor, persuadi-lo a concordar com a ideia ou ponto de vista exposto. Isso se faz por meio de várias maneiras de argumentação, utilizando-se de dados, estatísticas, provas, opiniões relevantes, etc.
Há algumas maneiras de se organizar uma dissertação, que podem ajudar na hora de iniciar o seu texto:
1 - Você pode transformar o tema em um questionamento, e ao longo do texto tentar responder da melhor maneira possível a essa questão.
Esquema de uma dissertação
Introdução: No primeiro parágrafo você deverá expor o problema e o caminho a ser seguido no texto para expô-lo ou para defender algum ponto de vista a respeito dele.
Desenvolvimento: Aqui se encontram os argumentos, opiniões, estatísticas, fatos e exemplos. Ao apresentá-los você deve sempre se direcionar para um lado da questão, um ângulo de visão, uma opinião específica. Essa opinião deve ser anteriormente pensada e analisada para que se possa fazer uma boa argumentação ou exposição.
Conclusão: Aqui você deixa claro o objetivo da sua dissertação, expõe o ponto de vista defendido ou a conclusão da sua exposição de forma que se arremate todos os argumentos utilizados durante a construção do texto.

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA




A IMPORTÂNCIA DA LEITURA
O ato de ler é um processo abrangente e complexo; é um processo de compreensão, de entender o mundo a partir de uma característica particular ao homem: sua capacidade de interação com o outro através das palavras, que por sua vez estão sempre submetidas a um contexto. Nas trilhas do mesmo entendimento, Souza (1992) afirma:
"Leitura é, basicamente, o ato de perceber e atribuir significados através de uma conjunção de fatores pessoais com o momento e o lugar, com as circunstâncias. Ler é interpretar uma percepção sob as influências de um determinado contexto. Esse processo leva o indivíduo a uma compreensão particular da realidade". Vislumbramos em Freire (1989) este olhar sobre leitura quando nos diz que a "leitura do mundo" precede a leitura da palavra, ou seja, a compreensão do texto se dá a partir de uma leitura crítica, percebendo a relação entre o texto e o contexto. Dessa forma, um leitor crítico não é apenas um decifrador de sinais, mas sim aquele que se coloca como co-enunciador, travando um diálogo com o escritor, sendo capaz de construir o universo textual e produtivo na medida em que refaz o percurso do autor, instituindo-se como sujeito do processo de ler. Nesta concepção de leitura onde o leitor dialoga com o autor, a leitura torna-se uma atividade social de alcance político. Ao permitir a interação entre os indivíduos, a leitura não pode ser compreendida apenas como a decodificação de símbolos gráficos, mas sim como a leitura do mundo, que deve ser constituída de sujeitos capazes de compreender o mundo e nele atuar como cidadãos. A leitura crítica sempre leva a produção ou construção de um outro texto: o texto do próprio leitor. Em outras palavras, a leitura crítica sempre gera expressão: o desvelamento do SER leitor. Assim, este tipo de leitura é muito mais do que um simples processo de apropriação de significado; a leitura crítica deve ser caracterizada como um estudo, pois se concretiza numa proposta pensada pelo ser-no-mundo, dirigido ao outro. (SILVA, 1985) Utilizamos a leitura em vários locais e com diversas finalidades em nossas vidas: no trabalho, na escola, no lazer ou em casa. A formação do leitor inicia-se no âmbito escolar e se processa em longo prazo, tendo como mediador o professor, em quem encontramos a possibilidade de diversificarmos o conhecimento. Esse leitor deve ser compreendido como sendo aquele que estabelece uma relação aprofundada com a linguagem e as significações. Pois, os que apenas se relacionam de modo mecânico com o texto, não se constituirão leitores sem um trabalho efetivo. O comportamento do ato de ler não pode ser delegado somente à escola, deve ser uma parceria entre escola e família. Partindo desse princípio, vemos a urgência de se apresentar para os estudantes uma leitura que norteie seu posicionamento e que seja capaz de resultar no leitor que compreende a essência do texto, estabelecendo relações com o autor do mesmo e preenchendo as lacunas que possivelmente possam surgir no ato de ler, é que se realizou uma observação com a leitura crítica no ensino fundamental, visando consequentemente constatar o saber e o fazer desses sujeitos em sala de aula frente à leitura.

“Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.” (Bill Gates)

Conclusão

Conclusão Ao fim do trabalho, pode-se concluir que a pesquisa realizada ampliou o conhecimento a respeito dos pronomes e forneceu i...